A Nova Direção proposta aqui é uma retomada de rumos já tomados pela Igreja. resgatar valores antigos, mas sem perder o contato com a realidade atual. A mensagem de Jesus continuará relevante, mesmo que seque a erva e murche a flor.
Tudo o que vem dele, é permanente.
O amor de Cristo por nós, sua Palavra, suas promessas e sua posição única no topo do universo, continuam sendo as mesmas, aconteça o que acontecer na base. Se for preciso, vamos mudar o rumo e voltar atrás, para bem longe da cauda.
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terça-feira, 13 de junho de 2017

Brinquedo sem gênero, uma novidade da indústria de brinquedos

Brinquedos sem gênero! Já ouviu falar disso?

É segunda feira, 23,15 horas e acabo de assistir a um programa na Globo, feita por fabricantes deste tipo de brinquedo, que tentam justificar a sua existência. Pregam que o gênero não é determinado pelos órgãos sexuais masculinos ou femininos. Segundo eles, não são estes órgãos que o ajudará a descobrir se o seu filho é homem ou mulher. Somente mais tarde ele poderá escolher entre o Rosa e o azul, entre a boneca e o tanque de guerra.

Ora, se o órgão sexual não determina o gênero, então não me parece que o sexo seja determinado pela sua preferência por cores e brinquedos. Sou um digno representante dos daltônicos, será que foi por nisso que não tive enfrentei este dilema e sou muito feliz?

O #sexo de alguém é determinado pelo que trás no seu Corpo e não pelas atrações exercida pelo que está fora dele, ou seja, cores, brinquedos e drogas. O gênero foi previamente implantado em nosso corpo, antes mesmo de nascermos. Seu sexo é determinado por um conjunto de características, facilmente detectadas por exames médicos, laboratoriais e pelo estudo de seus cromossomas. É resultado daquilo que foi moldado previamente em cada um de nós.

Tentar reconstruir seu sexo será uma tentativa inútil, pois sua genética jamais será modificada, por mais que enfeite o seu corpo, implantando fatores aparentes. Este novo caminho costuma  não ter retorno, nem espaço para arrependimento e voce nunca se esquecerá daquilo que realmente é.

Me admira que esta revolução em torno do gênero esteja sendo comandada por gente tão despreparada, cientificamente. Querem apenas vender produtos sem gênero, o que aumentaria, exponencialmente seu público alvo. Farão isso, mesmo que precisem incentivar a fabricação de seres eternamente mutantes ou criaturas híbridas. Não fuja de você mesmo, se ame e não se desfaça da sua identidade original trocando-a por fatores artificiais.

Ninguém melhor do que o seu criador sabe para que o criou assim como você é. Sua pessoalidade está gravada no seu corpo e na sua alma. Corpo e alma são uma coisa só, construídas com fatores harmônicos e indivisiveis.

A vida total só será experimentada por um ser total, que sabe quem é, de onde veio, para o que vive agora e onde viverá a eternidade. Jesus quer o melhor para você.

Ubirajara Crespo

#ideologiadogenero #homossexualismo #Bíbliadeestudo #lesbianismo #cristofobia

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Existe espaço para o homossexual na Igreja?

Homossexuais podem ser aceitos como membros da Igreja


A sexualidade humana é uma das áreas mais complicadas e incômodas para o desenvolvimento e manutenção da nossa santidade. Não sejamos hipócritas, nem tentemos enganar a nós mesmos, dizendo que, este problema não aflige homos e heterossexuais, com a mesma intensidade.

Não deveria haver espaço para a prática do homossexualismo, para a fornicação, para a mentira, para a hipocrisia, para o medo, para anagressividade, para o ódio e para o suborno, mas deveria haver espaço para o pecador.

Provoca secreções de fluidos corporais, desejos, reações automáticas naturais ou artificialmente implantadas. Impulsos sexuais movimentam pedaços do Corpo masculino, programados para esticar e penetrar em orifícios lubrificados pela natureza. 

Este mesmo processo é usado para fazer com que um pênis penetre em orifícios que não foram feitos para suportar, esta fricção, sem dano, exigindo o uso de produtos químicos lubrificantes. 

Considero a homossexualidade como uma anormalidade, e não convidaria um casal de homossexuais para participar da mesa do Senhor. Usaria mesmo critério com qualquer um, que estivesse aprisionadado a qualquer outro tipo de pecado. A participação na ceia é um dos instrumentos de pressão para a manutenção da santidade.

Não sejamos hipócritas ao ponto de usar menor rigor ao tratar o pecado heteros do usamos ao tratar do pecado do Homo. Não devo excluir da comunhão, alguém que é tentado, mas aquele que cai na tentação, seja ela de que natureza for. Quem disse que a soberba é um pecado menor do que o adultério e que a fornicação hetero é mais suportável do que a homo ?

Não consigo enxergar na Bíblia uma justificativa para deixar de batizar alguém, que crê, apesar de sofrer tentações, sejam elas de que origem forem.

Já se vão quase 50 anos de vida cristã e ainda sou tentado a responder asperamente, a me envaidecido, a responder asperamente, etc... E olha, que sou pastor, e se aparecer algum pastor aqui, dizendo, que não é tentado, eu direi, sem medo de errar, que é um mentiroso.

Tentação não é pecado, mas ceder a tentação é uma escolha consciente, e se a sua queda for inconsciente, você precisa ser internado.

Jesus foi tentado, mas foi carimbado pelo Pai, como aquele, que jamais pecou.

Ubirajara Crespo 



sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Pr. Silas Malafaia - Entrevista à Revista Época

Pr. Silas Malafaia - AD Vitória em Cristo




ÉPOCA – O senhor é pastor da Assembleia de Deus, mas, diferentemente de outros líderes evangélicos, é muito ouvido por fiéis de outras denominações. Qual é a diferença?

Silas Malafaia – Estou na TV há 29 anos ininterruptos e nunca fiz programas para a Assembleia de Deus. Então, o pessoal me codifica como um pregador. Faço um programa interdenominacional. Sempre trabalhei como uma voz apologética em defesa da fé. Por causa disso, acabei conquistando espaço entre outros segmentos. Hoje, existem quatro pastores em rede nacional: Edir Macedo, da Universal, R.R. Soares, da Internacional da Graça, Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial do Poder de Deus, e eu. Sou o único que sempre fiz programa para todo mundo. Não porque sou bom. É porque não tem espaço, amigo.

ÉPOCA – As igrejas evangélicas ainda têm uma imagem muito estigmatizada entre os não evangélicos. Por que, em sua opinião?


Malafaia – Isso mudou muito, irmão. Hoje, essa história de imagem estigmatizada é cafezinho. Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na televisão, nos jornais. Era só cacete em cima de pastor. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista...

"Antigamente, nego só botava coisa ruim sobre os evangélicos na 
televisão, nos jornais. Agora tem jogador de futebol evangélico, artista..."

ÉPOCA – O senhor acha que alguns líderes evangélicos ajudaram a criar essa imagem estigmatizada?

Malafaia – É aquela história de perdas e ganhos que todo segmento social sofre. Algumas atitudes fizeram a gente perder, outras fizeram ganhar. Tome o exemplo da Universal e do Edir Macedo. Ele ajudou em algumas coisas e prejudicou em outras. Ele é um cara que fez a igreja evangélica despertar para um evangelismo ousado, igreja aberta o tempo todo. Antes, as igrejas evangélicas abriam duas vezes por semana à noite. O Macedo é que arrebentou com isso, entende? O lado ruim da coisa é o sincretismo.

ÉPOCA – Qual é sua relação com o bispo Edir Macedo?


Malafaia – Bíblia tem um texto que diz assim: “Poderão andar dois juntos se não estiverem de acordo?”. Eu já ajudei o Macedo quando ele foi preso, mas eles são separatistas, só veem o lado deles. Então, não me presto a andar com uma pessoa que só quer andar com mão única para ela. Sou a favor de mão dupla: para lá e para cá, entende? O Macedo está isolado, todo mundo sabe. Eles só são evangélicos para os outros quando estão com dor de barriga, quando o pau está quebrando em cima deles ou então por interesse político. A comunidade evangélica está madura e não se presta mais a isso.

ÉPOCA – Nos bastidores, circulou a notícia de que o senhor estaria apoiando o PSD, o partido que o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, quer construir. Procede?


Malafaia – Amigo, não apoio partido nenhum. Apoio pessoas. Meu irmão (o deputado estadual Samuel Malafaia, do PR-RJ) está querendo ir para lá (o PSD), mas isso é problema dele.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre Kassab?


Malafaia – Nada a falar contra ele.

ÉPOCA – Mas, no passado, o senhor já se desentendeu com ele...


Malafaia – Eu o critiquei quando ele fechou uma igreja evangélica do apóstolo Valdemiro Santiago. Ser amigo ou respeitar alguém não significa ser capacho ou concordar com tudo o que essa pessoa faça.

ÉPOCA – Na eleição presidencial do ano passado, o senhor apoiou Marina Silva no início. Ainda no primeiro turno, passou a pedir voto para o José Serra. Por que mudou de lado?


Malafaia – Pior do que um ímpio é um cristão que dissimula. A Marina, membro da Assembleia de Deus, sabe que, como uma pessoa de fé, não pode negociar sobre questões de aborto nem de homossexualismo. Ela era contra o aborto, mas por que dizia que faria um plebiscito? Ela quis dar de bacana, jogar para a galera, e eu falei não. Qualquer um podia fazer aquilo, menos ela, por suas convicções de fé.

ÉPOCA – Por que o José Serra?


Malafaia – Acredito que tinha de me posicionar. Naquele momento, o Serra era o mais adequado para isso. Ele mantinha uma posição firme sobre aborto, que foi o grande debate da campanha desde lá atrás. A Dilma dissimulou a história. Ela se posicionou a favor do aborto para a revista Marie Claire, depois mudou o discurso. O único que se coadunava com meus valores e crenças era o Serra.

ÉPOCA – Em sua opinião, o debate de questões religiosas deverá se repetir nas próximas disputas eleitorais?


Malafaia – É lógico. Amigo, hoje em dia governante vai ter de dizer em que princípios acredita. Vai ter de botar a cara, porque a comunidade evangélica está bem esperta, madura. Não vai dar para ficar em cima do muro. Não queremos que nenhum político tenha a ideia de que lutamos por uma República evangélica e que, por isso, ele tem de abraçar nossos princípios e mandar todo o mundo às favas. Não estou dizendo também que o cara, para ter apoio dos evangélicos, tem de odiar os homossexuais. Não é radicalismo imbecil e idiota. Se um governante apoiar leis que privilegiam homossexuais em detrimento da sociedade, vamos cair em cima. Hoje, sou a maior barreira que existe para aprovarem a lei que criminaliza a homofobia. E, se abrir a boca para dizer que apoia o aborto, vai ficar feio também.

ÉPOCA – O que é, em sua opinião, a homossexualidade?


Malafaia – O homossexualismo é comportamental. Uma pessoa é homem ou mulher por determinação genética, e homossexual por preferência apreendida ou imposta. É um comportamento. Ninguém nasce homossexual. Não existe ordem cromossômica homossexual, não existem genes homossexuais. O cromossomo de um homem hétero e de um homem homossexual é a mesma coisa. O resto é falácia, é blá-blá-blá. Só existe macho e fêmea, meu amigo.

ÉPOCA – Por que o comportamento homossexual se desenvolve?


Malafaia – Bíblia diz que, aos homens que não se importaram em ter conhecimento de Deus, Ele os entregou um sentimento perverso para fazerem coisas que não convêm. Do ponto de vista comportamental, é promiscuidade mesmo, meu amigo. O ser humano quer quebrar todos os limites. Quanto mais ele quebra limites, mais insaciável se torna. Ninguém nasce homossexual. É a promiscuidade do ser humano.

ÉPOCA – É possível alguém deixar de ser homossexual?


Malafaia – Nossa igreja está cheia de gente que era homossexual. O cara não nasceu (homossexual). Se não nasceu, amigo... Ninguém nasce homossexual. É uma opção, por uma série de elementos: ou porque foi violentado, ou porque escolheu por modelo de imitação. O ser humano vive por modelo de imitação.

ÉPOCA – E como se dá essa reversão?


Malafaia – Meu filho, essa reversão é o cara voltar a ser macho e a mulher voltar a ser fêmea. Dar forças para o cara vencer isso. Acredito no poder do Evangelho para transformar qualquer pessoa, inclusive homossexuais.

ÉPOCA – Qual é sua opinião sobre os casos de violência contra homossexuais?

Malafaia – Vou te dar alguns numerozinhos para a gente poder desfazer essa conversinha fiada para boi dormir. Os números é que vão dizer: no ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil, e 260 eram homossexuais. Que índice é esse para dizer que o Brasil é um país homofóbico? Outro número: mais de 300 mulheres foram assassinadas por violência doméstica em 2010, mas ninguém fala nada. Mais de 100 crianças são assassinadas ou violentamente espancadas por dia, e ninguém fala nada. Sabe por quê? É porque por trás das editorias dos jornais, da televisão existe uma bicharada desgramada que dá toda essa ênfase para eles. Não quero que ninguém morra, amigo, mas o índice (de mortes de homossexuais) é insignificante para a violência que acontece no Brasil. Então, esse é um apelo de propaganda para eles (gays) poderem ter benefícios em detrimento do conjunto da coletividade social. Essa daí é velha, e eu não sou otário. Sei pesquisar os números, e a imprensa não dá os números. Tem mais heterossexual que homossexual sendo assassinado. Você sabe o que é homofobia para os homossexuais? Olhar com cara feia para um gay é homofobia. Não concordar com a prática deles é homofobia. Uma coisa é criticar a conduta, outra é discriminar pessoas. Tudo para eles é homofobia. Essa é a malandragem deles, e eu não caio nessa.

"No ano passado, 50 mil pessoas foram assassinadas no Brasil – e 260 eram homossexuais. É um índice insignificante 
para dizer que o Brasil é um país homofóbico"

ÉPOCA – Os ativistas homossexuais são heterofóbicos?


Malafaia – Acho que eles são uns malandros que ganham verba dos governos federal, estadual e municipal para fazer esse papel. São uns malandros oportunistas faturando em cima da grana que as ONGs deles recebem. Essa é a verdade nua e crua. Não é pouca grana, não. E ninguém fala disso. Os ativistas homossexuais são pagos para esse serviço podre que fazem de chamar todo mundo de homofóbico.

ÉPOCA – O que fazer com o comportamento homossexual?


Malafaia – O comportamento homossexual é um direito que a pessoa tem. O direito de ser é guardado pela Constituição, pelo livre-arbítrio. Não quero que ninguém seja eliminado. Critica-se presidente da República, critica-se pastor, padre, deputado, mas não pode criticar uma prática? Em hipótese alguma. Querer eliminar homossexual é homofobia. Não quero isso. Quero discutir com um homossexual e poder dizer que sou contra a prática dele, assim como os gays podem me dizer que são contra a prática dos evangélicos. Isso é democracia.

ÉPOCA – O que o senhor acha das críticas feitas ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) (político contrário às leis que criminalizam a homofobia)?


Malafaia – Você vai ver o Jair Bolsonaro nas póximas eleições. Ele vai ter três ou quatro vezes mais votos que recebeu na eleição passada. A sociedade brasileira é conservadora, 90% da população é cristã. Desses 90%, os evangélicos e católicos praticantes são 70%. Nós somos maioria absoluta neste país, amigo. Pergunto: qual é o deputado gay que teve uma votação expressiva? Esse Jean Wyllys (deputado federal do PSOL-RJ) entrou na sobra de legenda, com 13 mil votos, pendurado num cara (o deputado Chico Alencar, do PSOL, segundo mais votado do Estado). É o mais famoso dos gays e não tem voto, não tem porcaria nenhuma.

ÉPOCA – Como o senhor reagiria se um de seus filhos ou netos dissesse que é gay?


Malafaia – Vou melhorar tua pergunta, aprofundá-la. Se algum filho meu fosse assassino, se algum neto meu fosse traficante, se algum filho meu fosse um serial killer e tivesse esquartejado 50, continuaria o amando da mesma forma, mas reprovando sua conduta. Meu amor por uma pessoa não significa que apoio o que ela faz. Daria o Evangelho para ele, diria que Jesus transforma, que ele não nasceu assim, que é uma opção dele.

domingo, 22 de maio de 2011

Revista evangélica demite pastor que defende união de homossexuais

Simpatia com o humanismo também foi citada na reunião dos os diretores da revista

Pastor Ricardo Gondim é demitido da Revista evangélica Ultimato por suas declarações sobre união entre homossexuais.

Ricardo Gondim informou em seu blog que os diretores da Revista Ultimato se reuniram com ele nesta semana para avisá-lo que sua participação como colaborador da revista seria descontinuada.

O líder da Igreja Betesda escreveu para a publicação por quase 20 anos e, de acordo com ele, essa decisão foi tomada por causa de suas declarações polêmicas dadas à Revista Caros Amigos apoiando a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

“Respeito o corpo editorial da Ultimato por não se sentir confortável com a minha posição sobre os direitos civis dos homossexuais. Todavia, reafirmo minhas palavras: em um estado laico, a lei não pode marginalizar, excluir ou distinguir como devassos, promíscuos ou pecadores, homens e mulheres que se declaram homoafetivos e buscam constituir relacionamentos estáveis”, escreveu.

Além dessa declaração outras manifestações do pastor trouxeram certo desconforto para a redação da revista, diante da tragédia causada por um terremoto do Japão, Gondim postou mensagens no Twitter dizendo que Deus não teria o controle do mundo. Sobre esse aspecto o pastor escreveu: “Jamais escondi minha fé no Deus que é amor e nos corolários que faço: amor e controle se contradizem.”

Há tempos que Gondim se mostra mais a favor do humanismo do que do estilo “calvinista” que predomina as igrejas evangélicas do Brasil e esse foi outro ponto apresentado por uma das editoras da revista.

Para cópia deste conteúdo, é obrigatória a publicação integral do texto e a divulgação do link www.amigodecristo.com

quarta-feira, 4 de maio de 2011

UNESCO QUER METADE DA POPULAÇÃO MUNDIAL HOMOSSEXUAL

O mundo caminha para sua auto-destruição.

Ennio Antonelli - queverdadeeessa.com"O ‘ministro’ da família no governo do Papa, o Cardeal Antonelli, me disse há poucos dias em Saragoza que a UNESCO tem agendada para os próximos 20 anos fazer com que a metade da população mundial seja homossexual. Para isso, através de vários programas, será a introdução da ideologia de gênero que já está presenteem nossas escolas."


Esta é a conspiração global que defende o bispo de Córdoba, Demetrio Fernández. Ele fez no último domingo, 26 de dezembro, na homilia que proferiu na missa da Sagrada Família. E, além disso, diz o Cardeal Ennio Antonelli, como o primeiro autor da "teoria da conspiração" da agência da ONU para as crianças.

Demetrio Fernández disse que a Igreja "não pretende impor à ninguém sua visão da vida e da família, mas pede respeito à visão que temos recebido de Deus e está inscrita na natureza humana."

"Isso é, de acordo com a ideologia de gênero", diz o bispo – não iria nascer um macho ou fêmea, mas ele escolhe de acordo com seu capricho, e pode mudar de acordo com o sexo sempre que quiserem. "Ele conclui: "Aqui está o ‘conquista’ mais recente de uma cultura que quer romper completamente com Deus, o Deus Criador, que colocou em nossa natureza a distinção entre homem e mulher."

O bispo encerrou sua homilia arengando os arquivos: "Este não é o momento para lamentar, mas de conhecer bem quais são os ataques a este bem precioso, de viver com lucidez e com coerência diante do que temos recebido de Deus, por lei natural ou por lei revelada."

FONTE: Angelo Medrado.

COMENTÁRIO: Esta informação não procede diretamente da UNESCO, mas parece ser esta a tendência atual. Veja este vídeo: